10 de fevereiro de 2015

Mães seguranças fazem sucesso




AÇÃO  
Parceria do Sport com a agência Ogilvy Brasil levou 30 mães de torcedores para o Clássico dos Clássicos, domingo, na Arena Pernambuco
 
Tem coisa que torcedor não faz na frente da mãe. Brigar em estádio é um delas. A frase foi da campanha Mães Seguranças, idealizada pelo Sport em parceria com a agência Ogilvy Brasil durante o Clássico dos Clássicos entre o Leão e o Náutico, anteontem. Na ocasião, cerca de 30 mães surpreenderam seus filhos rubro-negros fazendo a segurança das arquibancadas da Arena Pernambucano. A ação aconteceu da seguinte forma: as mães participaram de um treinamento para ajudar na segurança e, antes que a partida iniciasse, elas vestiram o uniforme laranja e se posicionaram nas arquibancadas da arena. Assim que os torcedores chegaram para assistir ao jogo foram recepcionados pelas próprias mães. Realizamos uma ação para discutir a questão da paz nos estádios. Então surgiu a ideia de fazer a segurança com mães de torcedores. A campanha é também um pedido pelo fim da violência no futebol, esclareceu o executivo de marketing do Sport, Sid Vasconcelos. O dirigente explicou que, de alguma forma, a presença das mães no local impediu que houvesse tumulto durante a partida. Todo mundo pensa duas vezes antes de cometer algum erro na frente da mãe. Felizmente, deu certo e não temos relatos de confusão no jogo do domingo, acrescentou. Dona Roseli Xavier de Araújo, 49 anos, é mãe do rubro-negro Paul Anderson e foi uma das participantes da ação. Ela revelou que a experiência foi bastante divertida.  Para mim, foi uma maravilha.  Meu filho sempre vai aos jogos e eu costumava ir com ele para a Ilha do Retiro, mas há anos eu não vou mais. Fazer parte do projeto que tem como objetivo pregar a paz nos esportes foi maravilhoso, contou Roseli, que ainda não conhecia a Arena Pernambuco.  A mãe coruja contou que seu filho, Anderson, ficou muito surpreso quando a viu na arena. Ela, orgulhosa por participar da iniciativa, não escondeu a felicidade. Ele não sabia que eu estava lá.  Quando nos encontramos foi uma festa. Eu dei um abraço nele e assistimos ao jogo com tranquilidade. Espero que este seja o primeiro de muitos projetos que incentivem a paz no futebol, concluiu.

Fonte: Jornal do Commercio / Fev2015 

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