Durante o Campeonato Paulista de Judô, ela fará
uma espécie de aquecimento para os torneios internacionais que passará a
disputar logo depois. A meta é pontuar o máximo possível em cada evento para
voltar a ser a titular absoluta da equipe nacional na categoria até 63kg e,
consequentemente, garantir vaga nos Jogos do Rio-2016.
Atualmente na 37ª
colocação do ranking mundial, Mariana terá de superar a xará Mariana Silva,
número 14 do mundo, para realizar esse objetivo. A paulista era a segunda
judoca brasileira da categoria, quando herdou a vaga da pernambucana depois que
ela machucou o ombro durante os treinamentos de campo da seleção brasileira na
Rússia, antes do Mundial do ano passado. “O meu atual clube, o Paineiras do
Morumbi (SP) vem me assessorando fisicamente, psicologicamente e tecnicamente,
contribuindo muito na minha recuperação. Estou muito confiante, pois já estive
entre as 10 melhores do mundo e retornar (ao posto de principal judoca do País
na até 63kg) é a minha finalidade maior”, comentou Mariana. Quando sofreu a
lesão na Rússia, a pernambucana estav a na mesma 14ª posição do ranking hoje ocupada por
Mariana Silva.
Em outubro de 2013, no entanto, ela chegou a ser a número 9 do
mundo. Na ocasião, a judoca do Estado vinha de duas medalhas de ouro nos Grand
Prix de Almaty e Tashkent, no Cazaquistão e Usbequistão, respectivamente. Voltar,
pelo menos, ao antigo posto que ocupava antes de se machucar é primordial para
Mariana realizar o sonho de disputar sua primeira Olimpíada.
Apesar de a
Confederação Brasileira de Judô (CBJ) já ter fechado a seleção olímpica após a
seletiva realizada no final do ano passado, tudo indica que a entidade dará
oportunidade de a pernambucana vestir o quimono do País nos Jogos Olímpicos do
Rio, em 2016, se ela estiver melhor posicionada que as demais brasileiras no
ranking.“A CBJ sempre esteve muito próxima a mim nesse
processo, apoiando e incentivando a minha recuperação. Após todos esses anos de
dedicação ao judô, meu principal objetivo é estar nos Jogos do Rio-2016”,
contou a pernambucana.
Com informação do Jornal do Commercio, Julho de 2015
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