A
história da mulher no esporte começa (ou não começa) com a sua
proibição nos primeiros Jogos Olímpicos. Diz-se que naquela época uma
mulher que queria ver seu filho participando nos jogos se vestiu com
roupas masculinas, mas ao vê-lo ganhar, comemorou de tal forma que seu
disfarce caiu. A participação das mulheres nos Jogos Olímpicos só foi
permitida em 1900, em Paris.
No Brasil, pode-se considerar que a nadadora Maria Lenk foi muito
importante para a prática do esporte feminino, pois ela ajudou a
divulgar a imagem da mulher praticante de esporte.
Hoje podemos ver as mulheres praticando a grande maioria dos esportes
mundiais, pois elas conseguiram conquistar o seu espaço. Além disso, as
mulheres apresentam o mesmo nível técnico dos homens, superando-os
algumas vezes, embora existam diferenças fisiológicas. Mesmo com todas
estas evoluções da mulher no mundo esportivo, ela ainda não está numa
condição de vantagem em relação aos homens, pois continuam existindo
muito preconceito e discriminação, principalmente desigualdade salarial
entre homens e mulheres no esporte de alto rendimento.
As mulheres no esporte podem muito bem ser campeãs, pois entre outras características da feminilidade, podemos destacar:
• Flexibilidade
• Compreensão com o treinador e atletas
• Intuição
• Ação
No contexto social, a mulher no esporte está imersa em um ambiente
criado pelo e para o homem, com isso, não possuem, as “características”
que facilitam a alta performance como também apenas por lazer, mas é
sabido que este quadro está em transformação nos aspectos biológicos,
psicossociais, culturais, entre outros, fazendo com que a mulher
conquiste a possibilidade de fazer parte da expressão esportiva de um
país. A mulher no esporte faz um papel fundamental na sociedade, visto
que a mulher atleta modifica a forma de pensar e agir de muitos
indivíduos da sociedade. Vale ressaltar que as mulheres não procuram
igualdade nas modalidades, e sim, equilíbrio nos direitos.