A inserção da mulher no esporte, especialmente a brasileira, é um fenômeno visível para quem frequenta parques, academias, quadras e provas como corrida de rua e esportes de aventura. Sem duvidas, essa inserção esta ligada as conquistas do movimento feminista, mas nem sempre foi assim. Na Grécia Antiga (776 a.C. a 393 d.C.), por exemplo, as Panatéias (primeiros jogos olímpicos), um dos eventos esportivo mais importante da época era uma festa religiosa marcada por jogos e lutas em onde os competidores se reuniam para homenagear os Deuses, a cada quatro anos, em que a participação da mulher era proibida, até mesmo como espectadora.O motivo alegado era que mulheres poderiam sofrer danos fisiológicos, pois o acesso ao Stadium, local das provas, era muito íngreme.
Na Grécia a lei de participação da mulher nos esportes era tão
rígida que, o artigo 5º, do regulamento dos jogos, proibia as mulheres
casadas de assistir as competições, com sanção de morte.
Caripátida, mãe de Psidoro, desobedeceu esta lei para assistir a
participação de seu filho no pugilato,ao vestir uma túnica e se disfarçar de
treinador para ingressar no local dos jogos. Psidoro
venceu a competição e Calipátida acabou descoberta ao invadir a arena para abraçar o filho. Por pertencer a uma família de esportistas e campeões olímpicos influentes, sua transgressão não foi punida.
DIFERENÇAS DA MULHER EM RELAÇÃO AO HOMEM NO ESPORTE.
- Maior flexibilidade
- Maior fidelidade entre treinador e atletas
- Intuição diferenciada
- Maior determinação nas ações
- Maior risco de lesões
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