24 de novembro de 2014

A história de vida da pernambucana Atalanta Batista




SURFE
Surfista vendia artesanato feito de palha de coqueiro com os irmãos na beira da praia 

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postado em 24/11/2014

Os  irmãos  Atalanta e Halley  Batista  também  fizeram a  família  se  apaixonar  pelo surfe  Atalanta conheceu o mar antes do surfe.  Assim  como as dificuldades. “A minha mãe fazia artesanato de palha de coqueiro. A gente vendia na beira da praia”, diz ela. A lembrança  é dos tempos de criança, quando começou a praticar o surfe junto com os três irmãos: Halley, Atamay e Anderson. Dois são profissionais.

Saiba mais
A história começou na observação. De longe, olhavam as grandes ondas sendo dominadas pelos surfistas locais, em Maracaípe. O que os quatro irmãos queriam  mesmo  era estar lá. Halley foi o primeiro. Começou a aprender em pranchas quebradas. Ele foi  se descobrindo. E foi chamando a atenção dos que viam. Não demorou para ganhar a sua primeiraprancha. Embora usada, estava em bom estado. Não  demorou para Atalanta  seguir  os passos   do irmão. Pareciam ter nascido para isso.



Foram despontando  nas  competições  locais  e  ganhando destaque nas baterias fora do

estado. Cada  um  foi  conquistando  o  seu espaço.     Juntos foram apresentados a outra
realidade. Diferente  da  que viviam em casa. A família  também  foi  se  apaixonando pelo
surfe. “Fomos  guerreiros  desde  o  começo.  E  vem sendo assim até hoje. O lema é não
desistir jamais. Estamos juntos para o que der e vier”, afirma Atalanta.

Nova geração 

A paixão não para por aí. Vem sendo passada para a nova  geração dos Batistas. Daniel e
Davi, de sete anos, também entraram na onda desde cedo. Quem são eles? Os filhos gêmeos de Atalanta. “Os meninos amam o surfe como a gente. Essa paixão foi natural”, afirma a surfista, que passou da “pranchinha” para o longboard durante a gestação. “Mesmo grávida, eu não consegui parar. Como o long é maior, ficava mas fácil de remar e ficar em cima da prancha. Cheguei a sofrer uma lesão grave no cotovelo em uma dessas entradas no mar. Fiz uma cirurgia para colocar seis pinos e uma platina faltando apenas uma semana para o nascimento dos meninos”, diz.


Fonte:Diário de Pernambuco/ Mais Esportes /Nov2014


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